4 discos que você deveria estar ouvindo AGORA

Cara, então… vamos facilitar a vida do profissional e vamos falar de 4 discos de uma vez?? rsrs

Esses são discos que ouvi muito em momentos diferentes, mas todos merecem ser recomendados por alguma particularidade. Como aqui no blog as recomendações acabam sendo um post à parte, dessa vez eu queria meio que falar “eu tenho ouvido isso aqui ó…”, então segue aí. De tempos em tempos faço um post com quatro discos.

Ah… Sabe porque eu escolhi indicar quatro discos de uma vez? Porque minha numeróloga disse… Mentira, é que fica mais fácil fazer um mosaico só com quatro capas.

Então, vamos logo com isso, sem enrolação:

 

Capa do disco Ode To The Flame da banda Mantar

Mantar – Ode To The Flame (2016)

Essa banda é um duo Alemão, composto do Erinc (Bateria e vocais) e Hanno (Vocais e Guitarra).
O som dos caras é bem sujo, é um Sludge Metal bem arrastado, com uma pegada de Doom e com um pé no Black Metal. Darkthrone é uma influencia e manda lembranças. É uma banda bem diferente do que tem saído por ai, até pela proposta de serem só dois caras, vale muito a pena.

 

 

Capa do disco Dreamless da banda Fallujah

Fallujah – Dreamless (2016)

Fallujah é uma banda de “Technical / Atmospheric / Progressive Death Metal” – ok, isso pode ser resumido como “Deve ser uma merda” – mas a melhor forma de descrever é: um Deathcore extremamente bem feito. As guitarras funcionam muito bem como plano de fundo em alguns momentos, que é exatamente o que cria a atmosfera que se tornou a assinatura dos caras. Sinceramente não é o tipo de banda que escuto regularmente, mas vale muito a pena se  comparado com as demais bandas Death Metal Progressivo.

 

Capa do disco The Killing God da banda Misery Index

Misery Index – The Killing Gods (2014)

The Killing Gods é definitivamente um dos meus discos favoritos de todos os tempos, e foi o primeiro disco do Misery Index que ouvi. Seus primeiros álbuns eram mais Grindcore, lembra bem a galera do Napalm Death, mas nesse disco já é um som mais refinado, mais trabalhado sem perder o peso e a agressividade, as músicas com uma introdução mais lenta funcionam como um prelúdio para a violência que se segue.

 

 

Capa do disco Constricting Rage the Merciless da banda Goatwhore

Goatwhore – Constricting Rage of the Merciless (2014)

Goatwhore. Quem foi o poeta que batizou essa banda? Melhor que isso só a banda brasileira de Black Metal “Goatpenis“. Então!! Esse é um disco que eu praticamente escuto em loop, as músicas variam tanto de estilo que em alguns momentos ele é mega Thrash Metal, cheio de quebrada, e em outros passa pra um Black Metal fudido com uma guitarra reta, e depois fica ali um Death Metal digno de Obtuary ou Death. Ou seja, não tem como enjoar.

 

 

Obs.: Não coloquei player do Spotify, senão vai ficar uma bagunça desgraçada, mas todos estão lá, bonitinhos esperando você apertar o Play.

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